
Olá!
Bom dia queridos!

Nesse vídeo encerra-se tudo o que eu queria lhes dizer...

Assistam!

Clique e terá a...
RESPOSTA
RESPOSTA
à(s) quarta-feira, fevereiro 08, 2012 Ines P. Esteves, Rio de Janeiro,Conade 2012, cartas
ACASO

ACASO
Acaso findariam minhas dores,
Se te achegasses a mim agora,
Após tantos dissabores...
Tudo seria como outrora?
Não sei e nunca saberei talvez,
Pois que te afastas cruelmente...
E minha esperança voa outra vez,
Presa num sentimento dormente.
Amo, meu amor, são agora laços...
Laços consanguíneos que tenho!
Esses são eternos, nunca desfaço...
O meu amor neles e por eles retenho!

As lágrimas que sobrevêm teimosas
E tingem-me a face ressequida e densa...
São perdidas, pois ao tempo sequiosas,
Já colheram a inútil e vã recompensa...
Os beijos e carícias não trocadas...
As palavras não ditas e dias não vividos...
Serão com o tempo lembranças descartadas?
O acaso no ocaso... É por fim o lenitivo?
♥♥♥♥♥♥
LEIA TAMBBÉM, se puder:
UM RECADO AQUI
*Nada diferente, tudo que eu poderia pensar Vanessa da Mata já disse..."cercada de bons amigos me protegerei!"...
Eu acrescento de outro cantor, neste sábado,
por mais um ano aqui e na vida:
"Sou feliz e agradeço, por tudo que Deus me deu!"
♥♥♥♥♥♥
à(s) quarta-feira, fevereiro 08, 2012 Ines P. Esteves, Rio de Janeiro,Conade 2012, poesias
ACONTECEU...

Olá queridos!
O passeio foi maravilhoso!
Desopilei o fígado de tanto rir e fui feliz...

A felicidade em rever parentes queridos e passear, conhecendo lugares...

Coisa simples e boa!
Aqui tem um pouco da felicidade da sobrinha...

E nossa alegria é claro!
♥♥♥
Agradeço de coração a todos os comentários e visitas.
Em breve retribuirei...

VEJA AQUI O VÍDEO:

à(s) quarta-feira, fevereiro 08, 2012 Ines P. Esteves, Rio de Janeiro,Conade 2012, cartas
ACONTECE

Olá queridos!
Desculpe-me por não responder aos comentários.
Em São Paulo, desde 28 de janeiro de 2012.
Chegamos a São Paulo na manhã do dia 28.
O casamento da bela sobrinha foi um singelo e lindo acontecimento.
Depois a festa, com dança, sorrisos, abraços e fotos.
Ficamos mais uns dias...
Arvorismo e tirolesa...Para os sobrinhos!
Fomos ao centro, com seus prédios imensos.
Para minha felicidade o céu está azul e o sol claro.
Estar com a família é bom. Passear melhor ainda...
Até breve meu Rio de Janeiro...
Lembre-se:
Liberdade Condicional
Dia 5 de Fevereiro

à(s) quarta-feira, fevereiro 08, 2012 Ines P. Esteves, Rio de Janeiro,Conade 2012, cartas
O NEGRO...

Vi muita coisa e pensei muito enquanto caminhava nas ruas tumultuadas do Rio de Janeiro!
Enquanto caminhava, embaixo de sol causticante, pessoas desfilavam frente a mim, como passantes simbólicos num sonho.
Nada representavam!
Eu não as conhecia nem elas a mim.
Cumprimentei muitas.
Hábitos enraizados...
Ascensoristas, atendentes, vendedores...
Não lembro a roupa de nenhuma delas... Não guardei seus rostos!
Pessoas casuais num dia incomum...
Quando caminhava de volta a estação ferroviária, entrei pela Rua Buenos Aires, à procura de um objeto...
Foi aí que vi alguém!
Ele era negro... Dorso nu. Olhos baços. Ossos a vista.
Rasgava o papelão como quem rasga um pão.
Trabalhava rapidamente recolhendo o que o lhe davam...
Minha memória gravou essa pessoa tão fortemente, que derramei lágrima internas!
Desenhei a figura do negro em meus neurônios ingratos...
Muitos recolhem benesses, ele papelão!
E o judiciário então??!!
Que mundo cão!
Amei aquele negro trabalhador...
E desejei que o céu chovesse papelão sempre para ele e para tantos que não se corrompem!

Existe diferença entre ver e perceber...
à(s) sexta-feira, janeiro 20, 2012 Ines P. Esteves, Rio de Janeiro,Conade 2012, crônicas
Mensagem

1-Não vou puxar saco, embora você tenha feito uma visita(1ª) de cortesia a qual agradeço e retribuo. Li seu perfil rapidamente e medrei!
Lerei novamente com mais calma!
2-Depois de ler sua crônica (enorme e de difícil compreensão aos meus neurônios fraquinhos!), fiquei assim:
Impermeabilizada contra anseios em agradar...
Há uma enorme diferença entre bajular(puxar saco ou polir maçãs) e acarinhar o ego!
Bajulador quer algo (sempre) em troca...
Acariciador de peles virtuais (existe isso?) quer simplesmente espalhar o calor na “Corrente do Bem”...
3-Então tá...
Ficamos assim:Perdoe a minha maneira em comentar e aguarde novas leituras.
4-E o calendário ocidental mudou não é?
Até que me transforme em saudade, estarei por aqui!
Obrigada!

PS Texto direcionado também aos escritores do Recanto
que de alguma maneira se sintam constrangidos por meus comentários!

à(s) quarta-feira, janeiro 18, 2012 Ines P. Esteves, Rio de Janeiro,Conade 2012, Mensagem
MINHA ROSA...

Nada que eu escreva, nesta madrugada,
poderá equiparar-se ao que já foi há muito tempo escrito!
-Apresento à você, minha rosa!

Cuidei dela...
E antes que se fosse, em sua efêmera
e bela estadia, imortalizei-a em fotos!

AURISMAR MAZINHO MONTEIRO
"Dentre as flores, da rosa, fazes fotografia;
altas horas, na madrugada, raiando o dia...
Em meio a dores, és como a rosa, dentre outras flores,
que mesmo tendo espinhos - como tu sentindo dores - motiva as flores
e transforma o jardim em poesia."
- Adeus, disse ele…
- Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.
- O essencial é invisível para os olhos, repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante.
- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa… repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela rosa…
- Eu sou responsável pela minha rosa… repetiu o principezinho, a fim de se lembrar."
O Pequeno Principe – Capitulo XXI
à(s) quarta-feira, janeiro 18, 2012 Ines P. Esteves, Rio de Janeiro,Conade 2012, JUVENIL
QUEM NASCEU 1º? O OVO OU A GALINHA?

Meu sobrinho sempre foi muito engraçado e brincalhão.
Hoje é casado, mas não perdeu a capacidade de rir e fazer rir com facilidade incrível!
Quando tinha mais ou menos seis anos, seu prato predileto incluía a ingestão diária de ovos fritos...
Minha mãe criava galinhas e ele se regalava com ovos de boa qualidade.

Entretanto certo dia ele estava em suas peraltices diárias, brincando no galinheiro e fez uma incursão do tipo “biólogo por um dia”, observando a galinha por ovos...
Quando a galinha terminou sua árdua tarefa e saiu cantando...
(Acho que são gritos e não canto!)...
Ele correu e gritou junto...
Todos ficaram assustados e não entendíamos o que ele balbuciava entre lágrimas e gritos...
Minha mãe tentava acalmá-lo, desolada...
Aí então, percebemos estarrecidos, o que ele dizia:
-Vó eu vi por onde o ovo saiu...
-Vó é muito nojento!
-Vó a galinha põe ovo pelo...
(Ele não disse cloaca!)

E assim terminou a sua preferência por ovos!
à(s) quarta-feira, janeiro 18, 2012 Ines P. Esteves, Rio de Janeiro,Conade 2012, crônicas
SOS







