ReFAZER



Novo ano
novas táticas
manhas novas
Pra enriquecer
e viver

Mesmices em sintonia com
Avalanches de novidades


É a vida
Em cores
Em atos
Em amores
Que se refaz e nos diz:

"Aprende a ser feliz"


Ontem fui eu
Hoje é você
Amanhã serei eu

Ouça agora um conselho
que há muito escutei
em frase que refez
a vontade:

De tua vida que farás??

Não se escreve pesso. É PEÇO!


Pedro Cunha(Domínio Cultural)


"Eu, sinceramente, não tenho motivo algum para escrever, SEMPRE, com a gramática correta. Eu não preciso ser brilhante a todo momento. Aliás, eu não tenho que ser brilhante em momento algum. Não sinto necessidade em acertar na escrita formal. Eu gosto muito de escrever e não preciso me policiar a todo momento, principalmente por algo tão tolo como o uso correto da gramática. O que faz uma pessoa achar que alguém precisa ser radicalmente correto no uso da língua? Se você percebeu o erro, ponto para você. Se quiser corrigir a pessoa, sabe-se lá porquê, talvez por ímpeto incontrolável de ajudar a pessoa a melhorar na escrita, ponto para você. Não há mal algum em corrigir uma pessoa, dando-lhe um toque sobre o erro; aliás, é até admirável. Mas fica a um passo da arrogância, principalmente quando a correção vem precedida de um comentário como, "desculpe, mas para alguém que gosta tanto de escrever..", ou "a palavra vem do latim... e, por isso, mantém seu radical...".

Você me entende? Quando a pessoa não se contenta em apenas mencionar o erro do outro, e precisa mostrar o quanto aquilo está errado, ou o quanto é imperdoável que se tenha errado ISSO!, daí, então, é um GRANDE ponto CONTRA.

O que essas pessoas não entendem é que, em ocasiões como um debate sobre algo que não seja "a gramática da língua portuguesa", como, por exemplo, "informações sobre um site", o erro gramatical como a troca da palavra peço por pesso, NÃO FAZ A MENOR DIFERENÇA, NÃO TEM A MENOR IMPORTÂNCIA. Numa ocasião assim, ou se estiver discutindo futebol, programas de computador, a vizinha do apartamento ao lado ou sobre Pokemon, se uma pessoa disser "a gente vamos" tem toda a capacidade de ser entendida e de estar mais certo do que qualquer outro que saiba que o certo seria falar "nós vamos".

Se for para mandar uma resposta para alguém que lhe mandou um email, digamos, vá lá, sobre o lançamento de um novo celular, não o faça para corrigir simplesmente os erros de português do remetente. Por favor, responda, PELO MENOS JUNTO DA CORREÇÃO (se é que você tem esse tipo de atitude), algo sobre o assunto do qual o cara está tratando no email. NÃO DESVIE O FOCO TOTALMENTE, pois o primeiro aspecto que o autor do email quer cumprir, é lhe fazer entender sobre o que ele está querendo falar, e não se você viu algum erro gramatical no email dele."



"Diante da realidade, o que acreditamos saber com clareza ofusca o que deveríamos saber." (Gaston Bachelard)

Reflexão

Reflexão


Hoje há uma expectativa incoerente em minha vida.
Hoje há um desejo latente em minha alma.
Hoje há uma margem de esperança em meu espírito!

Descobri que posso crer ainda em mim e no semelhante.
Descobri que posso ainda sonhar.
Descobri que meus sonhos podem realizar-se!

O amanhã eu desenho hoje.
O amanhã se fará.
O amanhã está concebido.

Há uma expectativa estranhamente coerente.
Minhas incoerências moldam-se e reverberam em nítidos sonhos.
O NATAL existe independente de presentes e vinho!

LI POR AÍ - lingüística: OS CEM ERROS MAIS COMUNS DO NOSSO IDIOMA

LI POR AÍ - lingüística: OS CEM ERROS MAIS COMUNS DO NOSSO IDIOMA

RFFSA

In Memorian

SUPERvia crucis


Senhores,
É extremamente desagradável viajar de trem após às 16h, em direção a JAPERI.
Na estação da CENTRAL, é tumultuado e constrangedor!
O aviso de saída é dado com poucos minutos de antecedência.
É um corre-corre perigoso e desnecessário.
Deveria haver mais respeito por parte da SUPERVIA com a massa trabalhadora que é a "mola mestra" da cidade do Rio.
Outro fato é o estado precário das composições que vão até Japeri.
Se pagamos R$ 2,10 pq não viajar como quem vai para DEODORO ou CAMPO GRANDE???

É necessário rever o direito do consumidor e direitos humanos pois os passageiros das linhas CENTRAL-JAPERI, estão sendo tratados com discriminação!

CARAMUJO AFRICANO-QUESITO SAÚDE PÚBLICA


A praga exótica

Caramujo africano veio ao Brasil como iguaria e se transformou em molusco invasor que ameaça seriamente o meio-ambiente

Fevereiro/2005

Edição 58


Caramujo gigante africano pode ocasionar a morte,
pois transmite os vermes que ocasionam a peritonite e a meningite

O caramujo africano é uma espécie exótica invasora. Tais espécies representam, atualmente, a segunda maior causa de perda de biodiversidade no planeta. Só perdem para os desmatamentos. Além das doenças que pode transmitir, o caramujo ataca, destrói plantações e compete por espaços com outros moluscos da fauna nativa, podendo levá-los à extinção
Em todo Brasil, Ibama e prefeituras estão realizando a coleta e eliminação adequada dos caramujos. A campanha é itinerante e realizada nos bairros onde forem detectados os moluscos invasores. As lideranças comunitárias estão sendo treinadas para ajudar na identificação correta do molusco. O mesmo acontece com agentes de saúde e professores da rede pública. O trabalho é feito diariamente e até que se consiga reduzir significativamente a quantidade de caramujos que infestam os municípios, sobretudo nos terrenos baldios.


O caramujo gigante ataca e
compete por espaços na fauna


A espécie é nativa do leste e nordeste africanos e chegou ao Brasil como alternativa econômica. A idéia inicial seria comercializá-lo a um preço inferior ao escargot. Importado ilegalmente, foi introduzido em fazendas no interior do Paraná e escapou para o meio ambiente, adaptando-se perfeitamente em várias regiões brasileiras. Desde então, passou a ser chamado também de “falso-escargot”.
Os problemas causados pelo crescimento da população do caramujo gigante africano, no Brasil, começaram a ser notados há cerca de quatro anos. Entre equívocos e exageros, a divulgação de que os animais transmitiriam doenças capazes de levar à morte fez com que o pânico obscurecesse questões fundamentais, como a perda da biodiversidade nos ecossistemas nativos frente a esta fauna exótica. A pesquisadora do Departamento de Malacologia do Instituto Oswaldo Cruz, Silvana Carvalho Thiengo, conta que o Achatina fulica, como é chamado cientificamente o caramujo africano, foi introduzido no país em substituição ao escargot na década de 1980. O fracasso das tentativas de comercialização levou os criadores, por irresponsabilidade ou desinformação, a soltar os caramujos no ambiente silvestre.
“O caramujo africano está presente na região amazônica, o que é preocupante uma vez que compete com a fauna nativa e pode causar desequilíbrios ecológicos”, a malacologista esclarece. “Em Ilha Grande, no litoral do Estado do Rio de Janeiro, a situação já é emergencial pela quantidade de animais e demanda uma intervenção do poder público para o controle da praga e esclarecimento da população”.


Espécie é nativa da África e chegou
ao Brasil na década de 80


A especialista confirma que o caramujo africano pode de fato transmitir ao homem os vermes que causam peritonite e meningite. “Potencialmente, esse molusco pode hospedar dois parasitos. O primeiro deles é o Angiostrongylus cantonensis, responsável por um tipo de meningite que ocorre principalmente na Ásia, havendo alguns casos descritos em Cuba, Porto Rico e Estados Unidos”, resume. “Embora no Brasil não haja registro dessa parasitose, sua introdução é possível, principalmente em regiões próximas às áreas portuárias, através de ratos de navios que chegam de países asiáticos”, alerta.
“Além da questão ambiental e da saúde humana e animal, esses caramujos são também considerados pragas agrícolas pois se alimentam vorazmente de vários tipos de plantas ornamentais e de culturas de subsistência”, observa a especialista. “A criação do caramujo africano visando a comercialização, em vários países, é terminantemente proibida.”Mato Grosso está entre os estados que receberam o plano de ação do Ibama para o controle e combate ao caramujo africano”. A informação é do analista ambiental Fábio Faraco, que fez levantamento dos municípios que apresentam o problema. De acordo com o biólogo, o Ibama está implantando o programa em alguns municípios do país. “Ao todo são 23 estados. Como não temos estrutura suficiente para atender a todos de imediato, estamos fazendo as visitas in loco para que assim possamos implantar o programa piloto em pelo menos um município por estado atingido”, explicou.
O analista disse ainda que, para o plano funcionar, as prefeituras têm papel fundamental, já que detêm as informações sobre a presença do molusco. A professora doutora em Malacologia (ciência que estuda os moluscos) e pesquisadora da Universidade Federal do Mato Grosso, Cláudia Callil, que acompanha as ações do Ibama, disse que, por enquanto, 11 municípios declararam a presença do caramujo africano. O último a se manifestar oficialmente foi Rondonópolis. Mas o número de estados e municípios em todo país pode ser maior. Fábio Faraco contou que em algumas regiões as pessoas desconhecem os males causados pelo caramujo.
Para a pesquisadora Cláudia Callil, o caramujo representa uma ameaça à biodiversidade. Em Mato Grosso, a ameaça mais direta do caramujo africano é contra o caramujo nativo conhecido como “aruá”, utilizado por índios para alimentação e confecção de artesanato. A espécie está na lista de animais ameaçados de extinção.
Uma das grandes preocupações é o fato do caramujo africano se reproduzir rapidamente. Relatório do Ibama mostra que o animal pode produzir 500 ovos por ano. “Ele é muito adaptável, come até papelão, isopor e sola de sapato. Imagine isso em um lixão”, explicou Cláudia Callil.


No continente africano o molusco
já causou diversas mortes


Por conta desses invasores o Ibama nacional criou a Coordenadoria de Manejo de Fauna na Natureza, o Comfan. Fábio Faraco, que é membro da coordenadoria, explicou que com a criação do Comfan o Ibama pretende ampliar o combate e o controle das espécies prejudiciais ao homem e ao meio ambiente. “Por enquanto temos catalogadas quatro espécies que estão em estudo para controle e combate. Duas consideradas exóticas e invasoras, da qual se destaca o caramujo africano. A outra é o javali. Duas nativas e também invasoras: a catuvita (espécie de papagaio) e a capivara”, explicou o biólogo. A coordenadoria faz parte da Diretoria de Fauna e Recursos Pesqueiros do Ibama.
A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná alerta para a presença do caramujo gigante africano em 14 municípios das 22 regionais de saúde. Esse animal foi introduzido no estado em 1994 e, ainda hoje, causa problemas ambientais, porque inibe o desenvolvimento do caramujo brasileiro, e da agricultura, uma vez que se alimenta das plantações. Até hoje, não foi registrado caso de contaminação no Brasil, mas na África, seu país de origem, o molusco já causou diversas mortes. Como medida preventiva, as pessoas que encontrarem esse caramujo devem incinerá-lo e avisar imediatamente a vigilância sanitária.


http://www.cidadesdobrasil.com.br/cgi-cn/news.cgi?cl=099105100097100101098114&arecod=19&newcod=866

CARAMUJO AFRICANO-QUESITO SAÚDE PÚBLICA



Em Japeri, como em tantas outras cidades prolifera-se esse molusco em quantidades alarmantes.
O que efetivamente é feito para prevenção das doenças provocadas e conhecidas de todos?
Nada se pode comer de nossa hortas sem que se pense na provável contaminação...
Porque não se combate como é feito com a dengue?

Grande parte da população Japeriense passa os dias em seus trabalhos no Centro da cidade
do Rj e no final de semana não lhe sobra tempo para "catar" caramujos...
Além disso a proliferação dos moluscos é muito rápida...
Solicitamos uma providências imediatamente pois futuramente teremos que arcar com o descaso de agora!

PARLA



Se te falo não me escutas
Se emudeço então me chamas
Quando choro tu me inibes
Se gargalho me reprovas!

Ego...
Cêntrico
Id
Ota
Super
Egocentricamente idiota.

Sou eu que fico "poliglota"
Quando animada repito
Outras vontades em mim
E esqueço o veredito
E vou vivivendo assim
Pois se sou o que me dizem
Sou factóide
Não eu

Fica resolvido
Então:
Nunca ficarei:
"sentado num apartamento,
com a boca escancarada, cheia de dentes,
esperando a morte chegar"

Seja eu, seja você...
Sejamos nós.

Conjugados e coerentes
Com nossas pragmatices
Decorrentes da velhice!


Dez/2007