POEminha


CASA SOLITÁRIA

Vigia a casa vazia um anjo,
O vazio da casa esvazia vozes,
Um vento entreabre as portas...

Preâmbulos de família, separada!
Antagônicos sentimentos,
Rastreiam essa agonia,
Assombram esses tormentos!

Casa vazia, silêncio...
Assustadora solidão,
Sortilégios tremulam...
A casa vazia, um corpo sem vida!

Agora,
Geme
O cerne...
Reaparecem funestas,
As vozes...um funeral!

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