
| Onde as sombras precipitam-se nos recônditos d’alma... Onde não há riso que aflore, não há nada que traga o frescor... E nesses dias...a dor e a lembrança daqueles olhos claros!! Daqueles malditos olhos que roubaram-lhe o sossego!
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| Inezteves |
| Publicado no Recanto das Letras em 19/10/2008
Código do texto: T1237524 |







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