Diminua o ritmo



"Quando nos entregamos a situações de estresse, tensão e pressão, grande esforço físico e emocional sem uma trégua sequer, acabamos colhendo doenças físicas e psicológicas.
Claro, ninguém de carne e osso poderia ficar bem depois de passar por uma fase como descrito acima!
Então, já sem forças, o mais comum é entregar-se a uma depressão, na sensação de ter chego ao fim e de não haver mais solução.
Mas o fim está verdadeiramente, na resolução de uma situação difícil.
Como diz uma frase popular, de qual a autoria tenho por desconhecida :
"No final, tudo se resolve. Se algo ainda não se resolveu, é porque ainda não é o fim."
Até que o fim das dores apareçam no horizonte de nossas vidas, precisamos nos manter em pé! Como?
Diminuindo a intensidade, o ritmo, respeitando mais a nós mesmos, prezando por nossa saúde e bem estar - sem jamais desistir ou deixar de acreditar que é possível alcançar um sonho ou meta!
É necessário tirarmos o pé do acelerador interior para podermos relaxar, respirar, e viver bons momentos mesmo em tempos de adversidades.
Diminuindo o ritmo, quando nos sobrevir a tristeza não desfaleceremos.

Hoje, se você estiver se sentindo triste, sem ânimo, não pense nos compromissos, não se atropele.
Dê-se tempo para descansar.
Diminua o ritmo, a intensidade, sente-se num canto e busque a tranquilidade mental."

"Tudo acabará bem, não compensa se atropelar.

Diminua a cobrança interior; sem abrir mão de lutar, sem desistir."


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